Projeto Pedagógico do Curso

De acordo com o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores em Tecnologia, se espera do profissional egresso do curso superior de tecnologia em redes de computadores as seguintes competências:

a. elaborar, implantar, gerenciar e manter projetos lógicos e físicos de infraestruturas de redes de computadores, tanto para redes locais como de longa distância;

b. provisionar meios para a conectividade entre sistemas heterogêneos;

c. diagnosticar e solucionar problemas relacionados à comunicação de dados;

d. propor e implementar soluções para segurança de redes;

e. administrar serviços de redes e serviços de comunicação de dados;

f. gerenciar e administrar redes de computadores, desde as redes locais até as de longa distancia;

g. propor soluções para melhoria e integração dos ambientes baseados em redes de computadores.

Além das competências mencionadas, também se espera que o egresso do curso de Tecnologia em Redes de Computadores do IFC deverá ser um profissional capaz de identificar as necessidades das organizações, criar e gerir soluções tecnológicas, dos ambientes baseados em redes de computadores. Além disso, deve ser um profissional ético, crítico, autônomo apto a analisar e propor aperfeiçoamento de sistemas já em funcionamento, gerenciar equipes de suporte e de produção e colocar em operação projetos de redes de computadores nos mais variados níveis.

De acordo com o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores em Tecnologia, se espera do profissional egresso do curso superior de tecnologia em redes de computadores as seguintes competências:

a. elaborar, implantar, gerenciar e manter projetos lógicos e físicos de infraestruturas de redes de computadores, tanto para redes locais como de longa distância;

b. provisionar meios para a conectividade entre sistemas heterogêneos;

c. diagnosticar e solucionar problemas relacionados à comunicação de dados;

d. propor e implementar soluções para segurança de redes;

e. administrar serviços de redes e serviços de comunicação de dados;

f. gerenciar e administrar redes de computadores, desde as redes locais até as de longa distancia;

g. propor soluções para melhoria e integração dos ambientes baseados em redes de computadores.

Além das competências mencionadas, também se espera que o egresso do curso de Tecnologia em Redes de Computadores do IFC deverá ser um profissional capaz de identificar as necessidades das organizações, criar e gerir soluções tecnológicas, dos ambientes baseados em redes de computadores. Além disso, deve ser um profissional ético, crítico, autônomo apto a analisar e propor aperfeiçoamento de sistemas já em funcionamento, gerenciar equipes de suporte e de produção e colocar em operação projetos de redes de computadores nos mais variados níveis.

As práticas de ensino-aprendizagem baseiam-se em diferentes metodologias e utilização de tecnologias de informação, oportunizando o desenvolvimento pessoal e coletivo dos discentes. Plano de ensino, de aulas e conteúdos são disponibilizados no Sistema Acadêmico, utilizando-se de linguagem dialógica adequada ao público-alvo.

Além disso, os docentes selecionam e disponibilizam materiais de apoio, compostos de diferentes recursos com o objetivo de tornar significativa a aprendizagem e mediar a produção sistematizada de conhecimentos.

A Organização Didática do IFC prevê a integração curricular como uma opção metodológica, possibilitando ao estudante utilizar conceitos e referenciais teóricos das diferentes áreas do saber para compreender e refletir sobre a realidade em que está inserido. Prevê ainda que todos os cursos organizem uma arquitetura curricular flexível com componentes optativos e eletivos, oportunidades diferenciadas de integralização de curso e aproveitamento de estudos. Pensar um currículo integrado traz o desafio de assegurar o comprometimento com a formação omnilateral dos estudantes como sujeitos para a vida em sociedade.

A curricularização da pesquisa e da extensão é uma metodologia de ensino que se destaca no IFC, pois permite articular a pesquisa como princípio educativo, a extensão como ação dialógica e o ensino como síntese dos três processos. Integrar a pesquisa e a extensão ao desenvolvimento do ensino possibilita vivenciar práticas e saberes que extrapolam os esquemas tradicionais que compõem os currículos acadêmicos.

O papel do professor na avaliação acadêmica deve ser o de um agente facilitador, tendo como princípios básicos que tal abrangência de avaliação entende que os acertos, os erros, as dificuldades, as dúvidas e o contexto social e econômico que os acadêmicos apresentam são evidências significativas de como ele interage com a apropriação do conhecimento.

A verificação do rendimento acadêmico será feita por meio de testes, provas, criação de portfólios, seminários, trabalhos e outros meios que permitam avaliar o progresso do acadêmico, o esforço dispensado no processo de aprendizagem e o rendimento verificado nas atividades de cada disciplina, área de estudo ou atividade. A avaliação dessas atividades dará origem à nota.

As notas atribuídas para o rendimento acadêmico variarão de zero (0,0) a dez (10,0), podendo ser fracionada até décimos. Será considerado aprovado, em cada disciplina, o acadêmico que tiver frequência igual ou superior a 75% (setenta e cinco por cento) e média semestral igual ou superior a 6,0 (seis inteiros). O acadêmico com média semestral inferior a 6,0 (seis inteiros) estará reprovado na disciplina.

O TC será avaliado por uma banca composta por no mínimo três professores, sendo conduzida pelo professor orientador e por professores convidados a avaliar o trabalho desenvolvido. A nota para a aprovação no TC será formada pela média das notas de cada integrante da banca, devendo ser igual ou superior a 6,0.

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